Os blocos Unidos da Cachorra, Baqueta Clube de Ritimistas, Caravana Cult Ceará, Surdo Bom e Camaleões Do Vila se reúnem na noite desta terça-feira (24) para discutir formas de protesto em relação à insegurança, entre elas a de não desfilar neste sábado (28).
Segundo Haroldo Guimarães, ritimista do Unidos da Cachorra, a mãe de um integrante da bateria foi espancada no último sábado (21), além de casos de furtos e violência que ocorrem durante e após o cortejo.
“A Praia de Iracema vira uma Faixa de Gaza após o Pré!”, protesta Guimarães.
Além dos roubos, outro problema que complica o curso dos blocos são os paredões de som.
Guimarães afirma que após o último desfile, neste fim de semana, acompanhou policiais militares até um carro de som, mas eles não cumpriram a lei, que determina a apreensão do veículo.
“Um carro daquele tamanho, revólver na mão e uma preguiça sem fim!”, denuncia o ritimista.
Mais reforço fiscal e policial
Em reunião na última sexta-feira (20) com a Secretaria do Meio Ambiente e Controle Urbano (Semam), o titular Deodato Ramalho prometeu aos organizadores dos blocos o empenho de dois coordenadores, quatro fiscais e quatro apoiadores para exercer a fiscalização ambiental.
A Polícia Militar, representada pelo Major César Cândido, informou que haverá, para cada grupo de policiais atuantes na área, uma Ordem de Policiamento Ostensiva (OPO) para cumprir a Lei do Paredão (Lei Municipal nº 9.756, de 04 de março de 2011).
Fonte: Rádio Verdes Mares
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